O álbum de Sonic Youth, "Dirty", foi lançada em 21 de julho de 1992 em Estados Unidos.
"Dirty" foi a melhor tentativa do Sonic Youth de produzir um grunge mainstream. É um grande feitio, de certa forma, é um clássico para qualquer pessoa que se interesse pela revolução do rock independente que teve início em fins da década de 80. O álbum ainda ressoa com uma eletricidade ondulante, elegância e sofisticação naturais, letras rebuscadas e uma visão inteligente do mundo.
Gravado no estúdio Magic Shop, de Manhattan, por Butch Vig - produtor responsável pela antológica "Smells Like Teen Spirit", do Nirvana-, revela a reconciliação do noise-rock com a sua própria história musical (vestígios da arte conceitual, punk hardcore e experiências radicais apresentadas de uma forma coerente e bem articulada), ao mesmo tempo em que nos apresenta um rock com uma sonoridade que poucas vezes a banda voltaria a recriar de maneira tão eficaz e viva.
Os guitarristas e vocalistas Thurston Moore e Lee Ranaldo elaboram paisagens sonoras e riffs impressionantes, que vão desde a fantasiosa "Theresa's Soundworld" até a agressiva "Youth Against Fascism", enquanto a baixista Kim Gordon vai experimentando diferentes articulações que vão desde "Swimsuit Issue" até a doçura crua da última música, "Creme Brulée". Sem esquecer da contribuição do baterista Steve Shelley e do fato de que sucesso do rock alternativo como "100%" e "Sugar Kane" contribuíram para que este disco e se convertesse numa obra de referência.
Assim como todos os seus trabalhos posteriores, "Dirty" documenta uma banda tão fiel à sua personalidade multifacetada quanto aos acontecimentos de sua época, misturando o pessoal e o social em camadas superpostas de som e raiva.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Comentários de Albuns: "American Idiot", de Green Day
O álbum "American Idiot", de Green Day, foi lançado em 21 de setembro de 2004 nos Estados Unidos.
Poucos teriam apostado que o Green Day iria criar o grande sucesso do hard-rock no início do século 21. Seu álbum anterior vendeu "meras" 500 mil cópias nos Estados Unidos, tornando o amadurecimento das composições do vocalista/guitarrista Billie Joe Armstrong desconhecido de todos, menos dos maiores fãs. Para o público em geral, a banda se apoiava no sucesso de seu grande sucesso de 1994, "Dookie".
Sem se abalar, Armstrong, o baterista Tré Cool e o baixista Mike Dirnt conceberam o disco seguinte, "Cigarettes and Valentines", no estilo "mais do mesmo", mas as fitas se perderam, obrigando-os a começar de novo (supostamente, ao menos: o produtor Rob Cavallo disse que as músicas eram completamente medíocres). A perseverança trouxe recompensas-sob a forma de primeiro lugar nas paradas na Inglaterra e nos Estados Unidos e de vendas multimillionários, com "American Idiot".
Para a alegria dos fãs, o álbum tinha um conceito, ainda que fosse meio roubado de "Quadrophenia". Mas, enquanto "Quadrophenia" era cheio de flatulência espiritual, este álbum tem grandes músicas. Dificilmente é possível dizer, a respeito de qualquer disco contendo dois épicos de nove minutos, que nenhum segundo foi desperdiçado - "Homecomig" até encontra um lugar para "Rock And Roll Girlfriend, de Cool, um dos frutos da reconstrução pós-"Cigarettes and Valentines".
"American Idiot", "Holiday", "Boulevard Of Broken Dreams", "Wake Me Up When September Ends" e "Jesus Of Suburbia" foram os sucessos, mas cada gancho e cada refrão são uma revelação. Não era necessário colocar a granada na capa, por mais simbólica que seja: a música já está destinada a explodir.
Na minha opinião, eu gosto desse CD, porque tem diversas canções que fazem as pessoas curtirem e os ouvidos explodirem.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
Poucos teriam apostado que o Green Day iria criar o grande sucesso do hard-rock no início do século 21. Seu álbum anterior vendeu "meras" 500 mil cópias nos Estados Unidos, tornando o amadurecimento das composições do vocalista/guitarrista Billie Joe Armstrong desconhecido de todos, menos dos maiores fãs. Para o público em geral, a banda se apoiava no sucesso de seu grande sucesso de 1994, "Dookie".
Sem se abalar, Armstrong, o baterista Tré Cool e o baixista Mike Dirnt conceberam o disco seguinte, "Cigarettes and Valentines", no estilo "mais do mesmo", mas as fitas se perderam, obrigando-os a começar de novo (supostamente, ao menos: o produtor Rob Cavallo disse que as músicas eram completamente medíocres). A perseverança trouxe recompensas-sob a forma de primeiro lugar nas paradas na Inglaterra e nos Estados Unidos e de vendas multimillionários, com "American Idiot".
Para a alegria dos fãs, o álbum tinha um conceito, ainda que fosse meio roubado de "Quadrophenia". Mas, enquanto "Quadrophenia" era cheio de flatulência espiritual, este álbum tem grandes músicas. Dificilmente é possível dizer, a respeito de qualquer disco contendo dois épicos de nove minutos, que nenhum segundo foi desperdiçado - "Homecomig" até encontra um lugar para "Rock And Roll Girlfriend, de Cool, um dos frutos da reconstrução pós-"Cigarettes and Valentines".
"American Idiot", "Holiday", "Boulevard Of Broken Dreams", "Wake Me Up When September Ends" e "Jesus Of Suburbia" foram os sucessos, mas cada gancho e cada refrão são uma revelação. Não era necessário colocar a granada na capa, por mais simbólica que seja: a música já está destinada a explodir.
Na minha opinião, eu gosto desse CD, porque tem diversas canções que fazem as pessoas curtirem e os ouvidos explodirem.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
"Malibu",de Hole
"Malibu" é o décimo primeiro single da banda americana de rock alternativo Hole, eo segundo do seu terceiro álbum de estúdio, "Celebrity Skin", lançado em novembro de 1998. A canção é de autoria do vocalista e guitarrista Courtney Love, o guitarrista Eric Erlandson, e Billy The Smashing Pumpkins Corgan.
Love escreveu a letra da canção sobre a estadia do falecido marido de Kurt Cobain em uma clínica de reabilitação em Malibu, Califórnia, durante o tratamento de seu vício em heroína. Ele também inclui "Drag", um outtake de Celebrity Skin, que foi substituído por "Malibu". A canção foi nomeada para um Grammy Award em Best Rock Performance de um Duo ou Grupo com Vocal campo, perdendo para Put Your Lights On por Santana.
Eu gosto dessa canção, porque retrata bem a praia, e eu gosto de praias.
Espero que gostem.
Beijos da MESR
Love escreveu a letra da canção sobre a estadia do falecido marido de Kurt Cobain em uma clínica de reabilitação em Malibu, Califórnia, durante o tratamento de seu vício em heroína. Ele também inclui "Drag", um outtake de Celebrity Skin, que foi substituído por "Malibu". A canção foi nomeada para um Grammy Award em Best Rock Performance de um Duo ou Grupo com Vocal campo, perdendo para Put Your Lights On por Santana.
Eu gosto dessa canção, porque retrata bem a praia, e eu gosto de praias.
Espero que gostem.
Beijos da MESR
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Comentários de álbuns: "Dog Man Star", de Suede

A banda britânica Suede lançou seu segundo CD, em 11 de outubro de 1994, "Dog Man Star".
Suede não deveria existir em 1994. Este disco nem tinha sido terminado quando perderam Bernard Butler, seu principal compositor devido a um amargo desentendimento. Tomaram a peculiar decisão de fazer uma audição para conseguir um novo guitarrista publicando um anúncio anônimo no NME, pedindo de forma velada alguém que "gostasse do Suede". Felizmente, Richard Oakes, com apenas 17 anos, mostrou que era mais do que recriar, ao vivo, as guitarras que Butler tinha gravado em estúdio.
Sem feridas, a banda seguiu em frente e, com o CD, criou um álbum de admirável ímpeto e beleza. As novas músicas transmitiam uma energia provocante e excitante: desde a hipnótica e psicodélica "Introducing The Band", que abre o álbum , ao final orquestral de "Still Life". O primeiro single audacioso, "We Are The Pigs", estava cheio do mesmo tipo de som urbano que começaram a desenvolver em seu primeiro álbum ("Suede", em 1993), refletindo também na imagem de um nu andrógino, em tom sepia (na capa do álbum). A música "The Wild Ones"(que apareceu no VH1 Clássico) está cheia de viradas de batéria e de violão pinçado, sendo uma das mais melódicas da banda.
Eu gosto desse album, porque é um álbum diferente. Sem o Suede, não teriamos músicas novas da banda para escutar.
Espero que goste.
Beijos da MESR.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
"It's A Mistake": Atrás das cenas
A quarta música cantada por mim foi "It's A Mistake".
A história é contada da seguinte maneira: conta sobre uma menina de 18 anos (interpetada por Mila Hermanovski), rebelde, isso quer dizer, usa jaqueta de motociclista, camisa normal e jeans rasgado, ergue a bandeira da paz no meio da Guerra do Golfo, em 1990.
Enquanto isso, dois amigos (interpretados por Felipe Nicolopulos e Gabriel Fajardo) vão para o bar da esquina e encontram suas namoradas (Flávia Patocs e Carolina Kremer, respectivamente) e veem o show da minha banda, New Evidence.
A letra é a seguinte:
"Jump down the shelters to get away
The boys are cockin' up their guns
Tell us general, is it party time?
If it is can we all come?
Don't think that we don't know
Don't think that we're not trying
Don't think we move too slow
It's no use after crying
Saying
It's a mistake, it's a mistake
It's a mistake, it's a mistake
After the laughter has died away
And all the boys have had their fun
No surface noise now, not much to say
They've got the bad guys on the run
Don't try to say you're sorry
Don't say he drew his gun
They've gone and grabbed old Ronnie
He's not the only one
Saying
It's a mistake, it's a mistake
It's a mistake, it's a mistake
Tell us commander, what do you think?
'Cos we know that you love all that power
Is it on then, are we on the brink?
We wish you'd all throw in the towel
We'll not fade out too soon
Not in this finest hour
Whistle your favourite tune
We'll send a card and a flower
Saying
It's a mistake, it's a mistake
It's a mistake, it's a mistake."
Sobre a música, está no segundo álbum de Men At Work, "Cargo", de 1983.
O acordo da letra da canção com a mentalidade dos militares em todo o mundo na década de 1980, perguntando se e quando os países democráticos da OTAN e dos Estados do Pacto de Varsóvia comunista acabará com a Guerra Fria impasse com a batalha convencional ou uma troca nuclear. Hay canta na "persona" de um funcionário de nível médio que desejem aprender com seus superiores, se os seus homens estão indo para a guerra ou não.
O vídeo, que teve veiculação na MTV (ao contrário de singles da banda de seu álbum "Business as Usual", de 1982), foi definido principalmente em um bunker subterrâneo ou "War Room" semelhante à facilidade NORAD de Cheyenne Mountain, ea banda parecia empenhar-se num semi-remake da comédia de 1964 Dr. Strangelove, embora sem a imagem final do Major Kong montando a sua destruição montado em uma bomba nuclear.
Eu gosto dessa canção, porque tem um ar romântico e tranquilo, e relata muito sobre a paz romana.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
A história é contada da seguinte maneira: conta sobre uma menina de 18 anos (interpetada por Mila Hermanovski), rebelde, isso quer dizer, usa jaqueta de motociclista, camisa normal e jeans rasgado, ergue a bandeira da paz no meio da Guerra do Golfo, em 1990.
Enquanto isso, dois amigos (interpretados por Felipe Nicolopulos e Gabriel Fajardo) vão para o bar da esquina e encontram suas namoradas (Flávia Patocs e Carolina Kremer, respectivamente) e veem o show da minha banda, New Evidence.
A letra é a seguinte:
"Jump down the shelters to get away
The boys are cockin' up their guns
Tell us general, is it party time?
If it is can we all come?
Don't think that we don't know
Don't think that we're not trying
Don't think we move too slow
It's no use after crying
Saying
It's a mistake, it's a mistake
It's a mistake, it's a mistake
After the laughter has died away
And all the boys have had their fun
No surface noise now, not much to say
They've got the bad guys on the run
Don't try to say you're sorry
Don't say he drew his gun
They've gone and grabbed old Ronnie
He's not the only one
Saying
It's a mistake, it's a mistake
It's a mistake, it's a mistake
Tell us commander, what do you think?
'Cos we know that you love all that power
Is it on then, are we on the brink?
We wish you'd all throw in the towel
We'll not fade out too soon
Not in this finest hour
Whistle your favourite tune
We'll send a card and a flower
Saying
It's a mistake, it's a mistake
It's a mistake, it's a mistake."
Sobre a música, está no segundo álbum de Men At Work, "Cargo", de 1983.
O acordo da letra da canção com a mentalidade dos militares em todo o mundo na década de 1980, perguntando se e quando os países democráticos da OTAN e dos Estados do Pacto de Varsóvia comunista acabará com a Guerra Fria impasse com a batalha convencional ou uma troca nuclear. Hay canta na "persona" de um funcionário de nível médio que desejem aprender com seus superiores, se os seus homens estão indo para a guerra ou não.
O vídeo, que teve veiculação na MTV (ao contrário de singles da banda de seu álbum "Business as Usual", de 1982), foi definido principalmente em um bunker subterrâneo ou "War Room" semelhante à facilidade NORAD de Cheyenne Mountain, ea banda parecia empenhar-se num semi-remake da comédia de 1964 Dr. Strangelove, embora sem a imagem final do Major Kong montando a sua destruição montado em uma bomba nuclear.
Eu gosto dessa canção, porque tem um ar romântico e tranquilo, e relata muito sobre a paz romana.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
"Burning Down The House", de Talking Heads

Outra música que fez muito sucesso nos anos 80 "Burning Down The House". Está em seu antepenúltimo álbum, "Speaking In Tongues", lançado em 31 de maio de 1983.
Tornou-se seu maior hit-parade na América do Norte, atingindo # 9 nas paradas americanas e # 8, no Canadá, no ano de seu lançamento. Fora da América do Norte, não foi um sucesso; no Reino Unido, onde Talking Heads liberaria 14 singles de gráficos, ele não conseguiu fazer as paradas de todo, e na Austrália, ficou em um modesto 94 º.
Chris Frantz fez um pensamento sobre o coro titular depois de ver um show do Parlament-Funkadelics onde a multidão gritava "Burn Down the House".
As letras iniciais foram bastante diferentes, no entanto. Em uma entrevista à "NPR All Things Considered", exibido em 2 de dezembro de 1984, o vocalista David Byrne tocou trechos de worktapes cedo mostrando como a música tinha evoluído de uma jam instrumental por Tina Weymouth (baixo) e Chris Frantz (bateria). Uma vez que toda a banda tinha reformulado o groove em algo parecido com a gravação final, David começou a cantar e cantar sílabas sem sentido sobre a música até que ele tinha chegado a frases que se encaixam com os ritmos - uma técnica influenciada pelo ex-produtor da banda Brian Eno - "e então eu [que] apenas escrever palavras que se encaixam frases, eu tenho montes e montes de frases coletadas que eu pensei que tematicamente tinha algo a ver um com o outro, e eu escolher entre esses."
Segundo Byrne, na entrevista, as frases que ele tentou, mas acabou por não o usar na canção gravada "versos" incluídos "Eu tenho um outro corpo", "Pegue-o pela alça", "Você viaja com um casal", e "Eu ainda estou em construção". Quanto à frase do título em coro, uma tentativa inicial (como ouvi em um worktape) tinha-lhe cantar uma linha diferente, "O que vamos fazer?", E em outro ponto do processo, "em vez de cantar 'Burning Down The House", eu estava cantando 'espuma de borracha, E.U.A.".
Após o 11 de setembro de 2001 ataques, "Burning Down the House" foi uma das canções colocar na lista da Clear Channel das músicas possivelmente inadequadas.
"Burning Down the House" é # 29 na lista da VH1 dos "The 100 Greatest Songs of the '80s".
Eu gosto dessa canção, porque tem diversos efeitos especiais, e também toda a familia pode curtir. Vejam o vídeo em Youtube (faz pesquisa para "burning down the house talking heads), para saberem mais.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
"Hey Jealousy"-Atrás das cenas

A tereira música tocada e composta por mim, foi "Hey Jealousy". A história fala sobre três situações: a primeira situação fala de uma garota (interpretada por Janeane Marie Ceccanti) que conseguiu sua carteira de motorista quando ela tinha 16 anos, a segunda situação fala sobre um garoto (Gabriel Fajardo) que foi a praia e conheceu sua namorada (Carolina Kremer) e voltam de lá de seu carro, um Porsche vermelho, e por ultimo, eu e uma amiga (interpretada por Flávia Patocs), viajamos pela cidade de Nova York, em um Fiat Prêmio modelo 1995.
A letra é a seguinte:
"Well tell me do you think it'd be alright
If I could just crash here tonight
You can see I'm in no shape for driving
Anyway I've got no place to go
And you know it might not be that bad
You were the best I'd ever had
If I hadn't blown the whole thing years ago
I may not be alone
Tomorrow we can drive around this town
And let the cops chase us around
The past is gone but something might be found to take its place
Hey Jealousy
Hey Jealousy
Hey Jealousy
Hey Jealousy
You can trust me not to think
And not to sleep around
And if you don't expect to much from me
You might not be let down
'Cause all I really want is to be with you
Feeling like I matter too
If I hadn't blown the whole thing years ago
I might be here with you
Tomorrow we can drive around this town
And let the cops chase us around
The past is gone but something might be found to take its place
Hey Jealousy
Tomorrow we can drive around this town
And let the cops chase us around
The past is gone but something might be found to take its place
Hey Jealousy
Hey Jealousy
Hey Jealousy
Hey Jealousy
Well tell me do you think it'd be alright
If I could just crash here tonight
You can see I'm in no shape for driving
And anyway I've got no place to go
And you know it might not be that bad
You were the best I'd ever had
If I hadn't blown the whole thing years ago
I may not be alone
Tomorrow we can drive around this town
And let the cops chase us around
The past is gone but something might be found to take its place
Hey Jealousy
Hey Jealousy
You know she took my heart
Well there's only one thing I couldn't start."
A canção de Gin Blossoms foi feita em 1992, em seu álbum "New Miserable Experience". Ela fala de uma garota que gosta de dirigir.
Eu gosto dessa música, porque eu gosto de cantar, e além disso, é urbano e sei que todas as pessoas podem curtir essa música.
Espero que gostem.
Beijos da MESR
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
"Dirty Boots", de Sonic Youth
Outra música que eu mais gosto é "Dirty Boots", de Sonic Youth. Está em seu álbum, "Goo", lançado em 26 de junho de 1990.
O vídeo da música Dirty Boots foi dirigido por Tamra Davis. O vídeo apresenta uma menino e uma menina que se encontram e se apaixonam num lugar secreto enquanto Sonic Youth toca no palco. O vídeo foi filmado em uma boate em Nova York. A garota é interpretada por Lisa Stansbury de Neptune, Nova Jersey. A banda foi selecionada para o seu vídeo depois de ver sua dança em um show de Dinosaur Jr. no Maxwell's em Hoboken, Nova Jersey.
Isso me lembra os bons momentos que eu estou curtindo com meu amigo de escola, Caetano, eu pensei muito sobre ele nas férias. Ele estava em Londres curtindo a vida, e com certeza que senti sua falta. Nunca vou ficar sem sua companhia em sua escola, ele é um cara legal.
Espero que gostem
Beijos da MESR.
O vídeo da música Dirty Boots foi dirigido por Tamra Davis. O vídeo apresenta uma menino e uma menina que se encontram e se apaixonam num lugar secreto enquanto Sonic Youth toca no palco. O vídeo foi filmado em uma boate em Nova York. A garota é interpretada por Lisa Stansbury de Neptune, Nova Jersey. A banda foi selecionada para o seu vídeo depois de ver sua dança em um show de Dinosaur Jr. no Maxwell's em Hoboken, Nova Jersey.
Isso me lembra os bons momentos que eu estou curtindo com meu amigo de escola, Caetano, eu pensei muito sobre ele nas férias. Ele estava em Londres curtindo a vida, e com certeza que senti sua falta. Nunca vou ficar sem sua companhia em sua escola, ele é um cara legal.
Espero que gostem
Beijos da MESR.
"The World I Know", de Collective Soul

A música "The World I Know", de Collective Soul,é uma das minhas músicas favoritas. Está em seu segundo álbum, "Collective Soul", lançado em 14 de março de 1995.
Escrita pelo vocalista e guitarrista Ed Roland e guitarrista Ross Childress, "The World I Know" alcançou a posição # 19 no Hot 100 da Billboard quando lançada como single, e passou quatro semanas no 1 º lugar na Billboard Hot Mainstream Rock Tracks.
O vídeo da música retrata um homem de negócios que começa a ir sobre seu dia, lendo o New York Times sobre a maneira de seu escritório. Enquanto ele lê sobre a morte, e vê a falta de moradia e de tristeza na rua, ele torna-se desiludido com sua vida e se prepara para saltar (Letras em canção: As I walk up on high / And I step to the edge"), como ele sobe a construção, tira os sapatos, e olha para o chão, choro ( "While the tears roll down"). Ele estende os braços e se prepara para cair.
No entanto, pouco antes de ele cair, um pombo pousa em seu braço. Ele alimenta-o com a cenoura em seu bolso, e as migalhas atraem as formigas, o que torna a comunicação homem as semelhanças deles com as pessoas andando abaixo. Ele ri jogando todo o seu dinheiro para as pessoas e puxa-se fora de seu estado.
Durante todo o vídeo, ocorrem os cortes periódicos para o cantor / guitarrista / tecladista Ed Roland sobre o modo de olhar do homem enquanto canta a música.
O vídeo também mostra a tristeza e felicidade na forma de tonalidades de cor para o vídeo. Enquanto o homem está desiludido com sua vida e tem a intenção de seu suicídio, o vídeo permanece em uma tonalidade azul e roxo, dando uma sensação de escura para o vídeo. Quando as terras de pombos no braço do homem, mudanças de tom do vídeo para mostrar as cores normais da cidade, também revelando o sol brilhando sobre a cidade, mostrando a mudança repentina de felicidade e alívio.
Eu gosto dessa canção, porque mostra os diversos sentimentos de diversas pessoas, além ser uma música muito tranquila. Dedico essa música aos meus amigos que me adoram muito.
Espero que gostem.
Beijos da MESR
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Primeiro comentário sobre albuns

Hoje quero falar sobre o álbum "Treasure", de Cocteau Twins, lançado em novembro de 1984.
Foi o terceiro album de sua banda. A primeira música, "Ivo", foi dedicada ao fundador do selo 4AD, Ivo Watts-Russell. Com a delicada introdução vocal e a guitarra cortante que emerge ao longo da música, essa canção inicia o álbum em alto e bom tom, literalmente.
Depois vem "Lorelei", que é a melhor música deste álbum. A voz da vocalista Elizabeth Fraser se estende e sobe, suspira e plaina, flutuando acima da música. É dificil acreditar que seus refrões ascendentes e modulados estão saindo da mesma boca que os vibratos graves que estão na base da música.
"Persephone" dá ao álbum um toque industrial e pouco grunge, enquanto "Pandora" desliza para uma vertente de jazz.
O álbum acaba com "Donimo", que tem a mesma intensidade do inicio com sua introdução ambiente e angelical de dois minutos que finalmente explode em um ritmo forte antes de se dissolver em silêncio.
Na minha opinião, foi um dos melhores álbuns da banda, também incluindo os álbuns "Heaven Or Las Vegas"(1990) e "Four-Calendar Café" (1993). "Treasure" é um álbum inesquecível.
Espero que gostem.
Beijos da MESR
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Contagem Regressiva-Fevereiro: #02: Jesus and Mary Chain-I Love Rock N Roll
A música "I Love Rock N Roll", de Jesus and Mary Chain, está em seu álbum antes de se separar, "Munki", lançado em 2 de junho de 1998.
Essa canção,escrita pelo vocalista Jim Reid, foi muito diferente que a versão de Joan Jett, porque esta versão é mais curta e com diferentes palavras. Além disso, na metade da música, entra o trompete.
O vídeo foi mostrado no VH1 Clássico duas vezes, e já esteve no trigésimo oitavo lugar nas paradas americanas. Por isso eu gosto dessa canção.
Espero que gostem.
Beijos da MESR
Essa canção,escrita pelo vocalista Jim Reid, foi muito diferente que a versão de Joan Jett, porque esta versão é mais curta e com diferentes palavras. Além disso, na metade da música, entra o trompete.
O vídeo foi mostrado no VH1 Clássico duas vezes, e já esteve no trigésimo oitavo lugar nas paradas americanas. Por isso eu gosto dessa canção.
Espero que gostem.
Beijos da MESR
"Living In Sin", de Bon Jovi

Hoje, quero falar sobre "Living In Sin", de Bon Jovi. Foi parte de seu quarto álbum, New Jersey, lançado em 13 de setembro de 1988.
A canção, que tem uma batida lenta, baixo ritmo forte de Alec John Such, uma entrega emocional das letras, conduzindo guitarras, teclados e intercaladas, discute convivência e argumenta que o verdadeiro amor é mais forte do que qualquer coisa, apesar do que outras pessoas podem dizer ( "I call it love, they call it living in sin").
O videoclipe da canção foi filmado em todos os preto-e-branco, como "Born to Be My Baby". Enquanto o vídeo não apresentam algumas cenas da banda tocando, principalmente de Jon Bon Jovi e Richie Sambora, a maioria dos focos de vídeo ficcional sobre um casal jovem e sua luta para manter um relacionamento, apesar da desaprovação dos pais da menina. O vídeo é conhecido por vários de seus romances,cenas de sexo, inclusive em uma praia, em um carro, e em um quarto de hotel, e o vídeo foi censurado em algumas partes, porque foram consideradas muito atrevido. A cena final do vídeo mostra a menina está fugindo de casa para se encontrar com o namorado dela, e então os pais da menina andando sobre eles dormindo juntos em um quarto de hotel. Eles levam para casa, eo vídeo termina quando o namorado dirigindo em seu carro para a casa da moça, onde ela decide fugir com ele.
Eu gosto dessa canção, porque tem uma história bem legal, e também os jovens (inclusive os que estão namorando) podem curtir com essa música.
Espero que gostem.
Beijos da MESR
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Contagem Regressiva-Fevereiro: #14: Manic Street Preachers-Motorcycle Emptiness
Hoje vou falar de "Motorcycle Emptiness", da banda Manic Street Preachers. Está em seu primeiro album: "Generation Terrorists", lançada em 10 de fevereiro de 1992.
A música alcançou o número 17 nas paradas britânicas em 13 de Junho de 1992. Ele permaneceu lá por mais uma semana e passou um total de seis semanas no top 75, duas semanas mais do que quaisquer outros terroristas única geração, e um recorde não superado pelo Manics até 1996 de "A Design For Life".
Algumas das letras são tomadas a partir do poema "Neon Loneliness" (a primeira linha do refrão, "Under neon loneliness", é um elevador direto) pelo poeta galês Patrick Jones, o irmão de MSP, baixista e letrista Nicky Wire. "Motorcycle Emptiness" foi também incluído no Forever Delayed, o maior álbum de successos da banda, em outubro de 2002, e lançado como uma única reedição da compilação em fevereiro de 2003.
A música foi remixada por Apollo-440 sob o seu nome alternativo Stealth Sonic Orchestra como uma peça de música ao estilo clássico. Este remix estava disponível como uma faixa do single "Austrália" (tirado de seu álbum seminal 1996 Everything Must Go), e também foi usada pela T-Mobile para uma campanha publicitária em 2003, muito ao escárnio de alguns fãs.
A canção foi derivada da banda foram tiradas das canções "Go, Buzz Baby, Go" (com a qual partilha a estrutura da corda da frase "Motorcycle Emptiness" no final da música sobre os acordes verso), e "Behave Yourself Baby", uma rough demo com uma estrutura semelhante, que tem as linhas "Tudo o que quero de você é a pele que você vive dentro."
Em 2006, os leitores da Q Magazine votaram como octágesima oitava melhor música do mundo.
Comecei a gostar, porque ela passa em um parque de diversões em Londres, e também por ser uma música longa.
Espero que gostem. Beijos da MESR.
A música alcançou o número 17 nas paradas britânicas em 13 de Junho de 1992. Ele permaneceu lá por mais uma semana e passou um total de seis semanas no top 75, duas semanas mais do que quaisquer outros terroristas única geração, e um recorde não superado pelo Manics até 1996 de "A Design For Life".
Algumas das letras são tomadas a partir do poema "Neon Loneliness" (a primeira linha do refrão, "Under neon loneliness", é um elevador direto) pelo poeta galês Patrick Jones, o irmão de MSP, baixista e letrista Nicky Wire. "Motorcycle Emptiness" foi também incluído no Forever Delayed, o maior álbum de successos da banda, em outubro de 2002, e lançado como uma única reedição da compilação em fevereiro de 2003.
A música foi remixada por Apollo-440 sob o seu nome alternativo Stealth Sonic Orchestra como uma peça de música ao estilo clássico. Este remix estava disponível como uma faixa do single "Austrália" (tirado de seu álbum seminal 1996 Everything Must Go), e também foi usada pela T-Mobile para uma campanha publicitária em 2003, muito ao escárnio de alguns fãs.
A canção foi derivada da banda foram tiradas das canções "Go, Buzz Baby, Go" (com a qual partilha a estrutura da corda da frase "Motorcycle Emptiness" no final da música sobre os acordes verso), e "Behave Yourself Baby", uma rough demo com uma estrutura semelhante, que tem as linhas "Tudo o que quero de você é a pele que você vive dentro."
Em 2006, os leitores da Q Magazine votaram como octágesima oitava melhor música do mundo.
Comecei a gostar, porque ela passa em um parque de diversões em Londres, e também por ser uma música longa.
Espero que gostem. Beijos da MESR.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
"End Of The Road"-Mais Sobre Minha música
"End of the Road", foi a segunda música que eu escrevi nessas férias.
Conta sobre duas situações: um casal (interpretado por Carolina Kremer e Gabriel Fajardo), que gostam de passear, e acabaram de perceber que estavam no fim da estrada. Andam juntos na praia, nadam no mar e se divertem. Enquanto isso, eu estava na cidade, no parque, andando de patins, e depois, comendo sorvete de chocolate.
As minhas insipirações para essa canção foram: "Hole", de Jesus & Mary Chain (1994), "All I Want" (1991) e "Fall Down" (1994), de Toad The Wet Sprocket, e, para finalizar, "Overkill", de Men At Work (1983).
Letra:
"I've done
I've done this before
It didn't work
Just like I threw the cards out of the window
"She made me think I love him",
But with anyone, I feel like a hole hearted girl
I left this book of memories with me
and I won't forget them at the end of the road
They've gone to the beach
and found some wild roses on the sand
I don't sleep very well
thought I was an old girl
Right now
I just made the bed for you
I won't forget
I won't let you fall down
I left this book of memories with me
and I won't forget them at the end of the road
I don't want to make you die
I don't want to let you go...
I can't let you break down
In the end of the road
I left this book of memories with me
and I won't forget them at the end of the road
I don't want to make you die
I don't want to let you go...
I can't let you break down
In the end of the road."
Letra/Musica: M.E.Serrano
Minha mãe não gostou quando escrevi "Red Flag", porque falava muito de violência. Depois, preferi escrever uma balada que todos curtam.
Espero que gostem.
Beijos da MESR
Conta sobre duas situações: um casal (interpretado por Carolina Kremer e Gabriel Fajardo), que gostam de passear, e acabaram de perceber que estavam no fim da estrada. Andam juntos na praia, nadam no mar e se divertem. Enquanto isso, eu estava na cidade, no parque, andando de patins, e depois, comendo sorvete de chocolate.
As minhas insipirações para essa canção foram: "Hole", de Jesus & Mary Chain (1994), "All I Want" (1991) e "Fall Down" (1994), de Toad The Wet Sprocket, e, para finalizar, "Overkill", de Men At Work (1983).
Letra:
"I've done
I've done this before
It didn't work
Just like I threw the cards out of the window
"She made me think I love him",
But with anyone, I feel like a hole hearted girl
I left this book of memories with me
and I won't forget them at the end of the road
They've gone to the beach
and found some wild roses on the sand
I don't sleep very well
thought I was an old girl
Right now
I just made the bed for you
I won't forget
I won't let you fall down
I left this book of memories with me
and I won't forget them at the end of the road
I don't want to make you die
I don't want to let you go...
I can't let you break down
In the end of the road
I left this book of memories with me
and I won't forget them at the end of the road
I don't want to make you die
I don't want to let you go...
I can't let you break down
In the end of the road."
Letra/Musica: M.E.Serrano
Minha mãe não gostou quando escrevi "Red Flag", porque falava muito de violência. Depois, preferi escrever uma balada que todos curtam.
Espero que gostem.
Beijos da MESR
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