Os criadores de synth-pop para tolos tornaram-se capazes de sacudir o concreto de estádios! Muros caem e Marilyn Manson nasce! Ah, e não deixemos de mencionar que eles inventaram a house music.
Tudo bem...isso não é totalmente verdadeiro, mas com este álbum que o Depeche Mode se despediu do eletropop embrionário e abraçou o som que viria a inspirar tantos os góticos quanto os pioneiros da música dance. O álbum anterior, "Black Celebration", chegou bem perto, mas a produção hesitante fez com que seus momentos dramáticos soassem um pouco ridículos. Por outro lado, "Music For The Masses" cola você contra a parede assim que "Never Let Me Down Again" é projetado dos alto-falantes.
A fúria do álbum nunca perde a intensidade, mas o ritmo varia um pouco, da alegre e ritmada "The Things You Said" para a introspectiva "Little 15" e também, já evidenciando as sequencias incessantes que iriam alimentar o house, a lasciva "Behind The Wheel". A música extra que seria no CD, "Pleasure, Little Pleasure", vai mais além, partindo de um estilo dance para uma antevisão do que mais tarde se tornaria o glam rock de "Personal Jesus", cooptado por Marilyn Manson. Completando esta sucessão de contrastes temos a vigorosa e irrequieta "Nothing" e "Pimpf", que termina com "Mission Impossible", não listada nos créditos.
Na minha opinião, foi um dos melhores CDs da banda.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Comentários de Albuns: "Darklands", de Jesus & Mary Chain
Depois que "Psychocandy" soprou a vida no rock 'n roll em 1985, os irmãos Jim e William Reid já estavam acostumados a ler matérias na imprensa aconselhando-os a se separarem, já que nada do que pudessem fazer superaria a muralha de feedback e misantropia do outro álbum. Em seu subconsciente, também achavam que já tinham feito tudo, mas agora precisavam mais uma vez desafiar a si mesmos, como músicos e compositores.
No verão de 1986, saiu seu novo single de sucesso, "Some Candy Talking". Houve filas nas portas das lojas no dia de lançamento. Nove meses depois, "April Skies", o primeiro gosto de "Darklands", entrou no Top 10 inglês. Estrategicamente situado entre a imagem rebeldde do início da banda e música para as massas, o single anunciava que Jesus & Mary Chain tinha potencial suficiente para se tornar sucesso do público. (A sequencia vagamente similar, "Happy When It Rains", seguia na mesma direção, mas não tão bem-sucedida.)
Agora que já eram uma banda popular emplacado alguns sucessos, lançaram "Darklands" para a alegria da crítica e dos consumidores, que o colocaram entre os cinco mais vendidos. Na escala Richter, merece um oito. Quem sabe o que os novos admiradores acharam da música de abertura bastante lenta ou de sua sequencia, "Deep One Perfect Morning"? Eram diametralmente opostas a "Psychocandy". Sem feedback. Com violões. Letras compreensíveis. Músicas que aparentemente falavam de amor, não de drogas. "Nine Million Rainy Days" ecoava "Sympathy For The Devil", dos Stones, e "About You" seria reinterpretada mais tarde por Sandie Shaw. Ninguém mais brigava em seus shows.
Missão cumprida. A primeira metade dos anos 80 tinha visto o rock "atingir a maturidade". Agora a banda havia demonstrado exatamente do que era capaz, e o mundo estava escutando.
Na minha opinião, este, "Stoned & Dethroned" (1994) e "Munki" (98) foram os melhores álbuns da banda. Também será uma das minhas influências em "Days Of Our Lives", feito pela minha banda, New Evidence (M.E./Marcos/Laura/Rafael/Caio/Elena).
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
No verão de 1986, saiu seu novo single de sucesso, "Some Candy Talking". Houve filas nas portas das lojas no dia de lançamento. Nove meses depois, "April Skies", o primeiro gosto de "Darklands", entrou no Top 10 inglês. Estrategicamente situado entre a imagem rebeldde do início da banda e música para as massas, o single anunciava que Jesus & Mary Chain tinha potencial suficiente para se tornar sucesso do público. (A sequencia vagamente similar, "Happy When It Rains", seguia na mesma direção, mas não tão bem-sucedida.)
Agora que já eram uma banda popular emplacado alguns sucessos, lançaram "Darklands" para a alegria da crítica e dos consumidores, que o colocaram entre os cinco mais vendidos. Na escala Richter, merece um oito. Quem sabe o que os novos admiradores acharam da música de abertura bastante lenta ou de sua sequencia, "Deep One Perfect Morning"? Eram diametralmente opostas a "Psychocandy". Sem feedback. Com violões. Letras compreensíveis. Músicas que aparentemente falavam de amor, não de drogas. "Nine Million Rainy Days" ecoava "Sympathy For The Devil", dos Stones, e "About You" seria reinterpretada mais tarde por Sandie Shaw. Ninguém mais brigava em seus shows.
Missão cumprida. A primeira metade dos anos 80 tinha visto o rock "atingir a maturidade". Agora a banda havia demonstrado exatamente do que era capaz, e o mundo estava escutando.
Na minha opinião, este, "Stoned & Dethroned" (1994) e "Munki" (98) foram os melhores álbuns da banda. Também será uma das minhas influências em "Days Of Our Lives", feito pela minha banda, New Evidence (M.E./Marcos/Laura/Rafael/Caio/Elena).
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Atrás das cenas: "Pray Your Gods"
A letra é a seguinte, depois conto a história:
"I will give the secrets you request
And you will be the one to sacrifice
So lay your olive arms upon my breast
Sing the poems, free the butterflies
Pray your gods who ask you for your blood
For they are strong and angry jealous ones
Or lay upon my altar now your love
I fear my time is short
There are armies moving close
Be quick, my love
I feel my body weakened by the years
As people turn to gods of cruel design
Is it that they fear the pain of death?
Or could it be they fear the joy of life?
Pray your gods who hold you by your fear
For they are quick and ruthless punishers
Or lay upon my altar now your love
I fear my day is done
There are armies moving on
Be quick, my love"
A música pode ser descrita da seguinte maneira: Descreve uma praia normal, como as do litoral. Me sentia muito triste, como se estivera sentido saudade de alguém. Sentia muita falta do 1A (2010). Enquanto isso, quando ando pela praia vejo um casal (Carol Kremer e Gabriel Fajardo, uma das minhas inspirações favoritas) se beijando na praia, e a Stephanie Faralli posando para uma sessão de fotografias. É uma das canções mais tranquilas do meu blog escritas.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
"I will give the secrets you request
And you will be the one to sacrifice
So lay your olive arms upon my breast
Sing the poems, free the butterflies
Pray your gods who ask you for your blood
For they are strong and angry jealous ones
Or lay upon my altar now your love
I fear my time is short
There are armies moving close
Be quick, my love
I feel my body weakened by the years
As people turn to gods of cruel design
Is it that they fear the pain of death?
Or could it be they fear the joy of life?
Pray your gods who hold you by your fear
For they are quick and ruthless punishers
Or lay upon my altar now your love
I fear my day is done
There are armies moving on
Be quick, my love"
A música pode ser descrita da seguinte maneira: Descreve uma praia normal, como as do litoral. Me sentia muito triste, como se estivera sentido saudade de alguém. Sentia muita falta do 1A (2010). Enquanto isso, quando ando pela praia vejo um casal (Carol Kremer e Gabriel Fajardo, uma das minhas inspirações favoritas) se beijando na praia, e a Stephanie Faralli posando para uma sessão de fotografias. É uma das canções mais tranquilas do meu blog escritas.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
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