terça-feira, 1 de junho de 2010
Fechado para reforma
Não se preocupe, público, que podem me seguir no meu outro site: ilovefreakscenemusicbyme.blogspot.com.
domingo, 11 de abril de 2010
Comentários de Albuns: "Music For The Masses", de Depeche Mode
Os criadores de synth-pop para tolos tornaram-se capazes de sacudir o concreto de estádios! Muros caem e Marilyn Manson nasce! Ah, e não deixemos de mencionar que eles inventaram a house music.
Tudo bem...isso não é totalmente verdadeiro, mas com este álbum que o Depeche Mode se despediu do eletropop embrionário e abraçou o som que viria a inspirar tantos os góticos quanto os pioneiros da música dance. O álbum anterior, "Black Celebration", chegou bem perto, mas a produção hesitante fez com que seus momentos dramáticos soassem um pouco ridículos. Por outro lado, "Music For The Masses" cola você contra a parede assim que "Never Let Me Down Again" é projetado dos alto-falantes.
A fúria do álbum nunca perde a intensidade, mas o ritmo varia um pouco, da alegre e ritmada "The Things You Said" para a introspectiva "Little 15" e também, já evidenciando as sequencias incessantes que iriam alimentar o house, a lasciva "Behind The Wheel". A música extra que seria no CD, "Pleasure, Little Pleasure", vai mais além, partindo de um estilo dance para uma antevisão do que mais tarde se tornaria o glam rock de "Personal Jesus", cooptado por Marilyn Manson. Completando esta sucessão de contrastes temos a vigorosa e irrequieta "Nothing" e "Pimpf", que termina com "Mission Impossible", não listada nos créditos.
Na minha opinião, foi um dos melhores CDs da banda.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
Tudo bem...isso não é totalmente verdadeiro, mas com este álbum que o Depeche Mode se despediu do eletropop embrionário e abraçou o som que viria a inspirar tantos os góticos quanto os pioneiros da música dance. O álbum anterior, "Black Celebration", chegou bem perto, mas a produção hesitante fez com que seus momentos dramáticos soassem um pouco ridículos. Por outro lado, "Music For The Masses" cola você contra a parede assim que "Never Let Me Down Again" é projetado dos alto-falantes.
A fúria do álbum nunca perde a intensidade, mas o ritmo varia um pouco, da alegre e ritmada "The Things You Said" para a introspectiva "Little 15" e também, já evidenciando as sequencias incessantes que iriam alimentar o house, a lasciva "Behind The Wheel". A música extra que seria no CD, "Pleasure, Little Pleasure", vai mais além, partindo de um estilo dance para uma antevisão do que mais tarde se tornaria o glam rock de "Personal Jesus", cooptado por Marilyn Manson. Completando esta sucessão de contrastes temos a vigorosa e irrequieta "Nothing" e "Pimpf", que termina com "Mission Impossible", não listada nos créditos.
Na minha opinião, foi um dos melhores CDs da banda.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
sábado, 10 de abril de 2010
Comentários de Albuns: "Darklands", de Jesus & Mary Chain
Depois que "Psychocandy" soprou a vida no rock 'n roll em 1985, os irmãos Jim e William Reid já estavam acostumados a ler matérias na imprensa aconselhando-os a se separarem, já que nada do que pudessem fazer superaria a muralha de feedback e misantropia do outro álbum. Em seu subconsciente, também achavam que já tinham feito tudo, mas agora precisavam mais uma vez desafiar a si mesmos, como músicos e compositores.
No verão de 1986, saiu seu novo single de sucesso, "Some Candy Talking". Houve filas nas portas das lojas no dia de lançamento. Nove meses depois, "April Skies", o primeiro gosto de "Darklands", entrou no Top 10 inglês. Estrategicamente situado entre a imagem rebeldde do início da banda e música para as massas, o single anunciava que Jesus & Mary Chain tinha potencial suficiente para se tornar sucesso do público. (A sequencia vagamente similar, "Happy When It Rains", seguia na mesma direção, mas não tão bem-sucedida.)
Agora que já eram uma banda popular emplacado alguns sucessos, lançaram "Darklands" para a alegria da crítica e dos consumidores, que o colocaram entre os cinco mais vendidos. Na escala Richter, merece um oito. Quem sabe o que os novos admiradores acharam da música de abertura bastante lenta ou de sua sequencia, "Deep One Perfect Morning"? Eram diametralmente opostas a "Psychocandy". Sem feedback. Com violões. Letras compreensíveis. Músicas que aparentemente falavam de amor, não de drogas. "Nine Million Rainy Days" ecoava "Sympathy For The Devil", dos Stones, e "About You" seria reinterpretada mais tarde por Sandie Shaw. Ninguém mais brigava em seus shows.
Missão cumprida. A primeira metade dos anos 80 tinha visto o rock "atingir a maturidade". Agora a banda havia demonstrado exatamente do que era capaz, e o mundo estava escutando.
Na minha opinião, este, "Stoned & Dethroned" (1994) e "Munki" (98) foram os melhores álbuns da banda. Também será uma das minhas influências em "Days Of Our Lives", feito pela minha banda, New Evidence (M.E./Marcos/Laura/Rafael/Caio/Elena).
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
No verão de 1986, saiu seu novo single de sucesso, "Some Candy Talking". Houve filas nas portas das lojas no dia de lançamento. Nove meses depois, "April Skies", o primeiro gosto de "Darklands", entrou no Top 10 inglês. Estrategicamente situado entre a imagem rebeldde do início da banda e música para as massas, o single anunciava que Jesus & Mary Chain tinha potencial suficiente para se tornar sucesso do público. (A sequencia vagamente similar, "Happy When It Rains", seguia na mesma direção, mas não tão bem-sucedida.)
Agora que já eram uma banda popular emplacado alguns sucessos, lançaram "Darklands" para a alegria da crítica e dos consumidores, que o colocaram entre os cinco mais vendidos. Na escala Richter, merece um oito. Quem sabe o que os novos admiradores acharam da música de abertura bastante lenta ou de sua sequencia, "Deep One Perfect Morning"? Eram diametralmente opostas a "Psychocandy". Sem feedback. Com violões. Letras compreensíveis. Músicas que aparentemente falavam de amor, não de drogas. "Nine Million Rainy Days" ecoava "Sympathy For The Devil", dos Stones, e "About You" seria reinterpretada mais tarde por Sandie Shaw. Ninguém mais brigava em seus shows.
Missão cumprida. A primeira metade dos anos 80 tinha visto o rock "atingir a maturidade". Agora a banda havia demonstrado exatamente do que era capaz, e o mundo estava escutando.
Na minha opinião, este, "Stoned & Dethroned" (1994) e "Munki" (98) foram os melhores álbuns da banda. Também será uma das minhas influências em "Days Of Our Lives", feito pela minha banda, New Evidence (M.E./Marcos/Laura/Rafael/Caio/Elena).
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Atrás das cenas: "Pray Your Gods"
A letra é a seguinte, depois conto a história:
"I will give the secrets you request
And you will be the one to sacrifice
So lay your olive arms upon my breast
Sing the poems, free the butterflies
Pray your gods who ask you for your blood
For they are strong and angry jealous ones
Or lay upon my altar now your love
I fear my time is short
There are armies moving close
Be quick, my love
I feel my body weakened by the years
As people turn to gods of cruel design
Is it that they fear the pain of death?
Or could it be they fear the joy of life?
Pray your gods who hold you by your fear
For they are quick and ruthless punishers
Or lay upon my altar now your love
I fear my day is done
There are armies moving on
Be quick, my love"
A música pode ser descrita da seguinte maneira: Descreve uma praia normal, como as do litoral. Me sentia muito triste, como se estivera sentido saudade de alguém. Sentia muita falta do 1A (2010). Enquanto isso, quando ando pela praia vejo um casal (Carol Kremer e Gabriel Fajardo, uma das minhas inspirações favoritas) se beijando na praia, e a Stephanie Faralli posando para uma sessão de fotografias. É uma das canções mais tranquilas do meu blog escritas.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
"I will give the secrets you request
And you will be the one to sacrifice
So lay your olive arms upon my breast
Sing the poems, free the butterflies
Pray your gods who ask you for your blood
For they are strong and angry jealous ones
Or lay upon my altar now your love
I fear my time is short
There are armies moving close
Be quick, my love
I feel my body weakened by the years
As people turn to gods of cruel design
Is it that they fear the pain of death?
Or could it be they fear the joy of life?
Pray your gods who hold you by your fear
For they are quick and ruthless punishers
Or lay upon my altar now your love
I fear my day is done
There are armies moving on
Be quick, my love"
A música pode ser descrita da seguinte maneira: Descreve uma praia normal, como as do litoral. Me sentia muito triste, como se estivera sentido saudade de alguém. Sentia muita falta do 1A (2010). Enquanto isso, quando ando pela praia vejo um casal (Carol Kremer e Gabriel Fajardo, uma das minhas inspirações favoritas) se beijando na praia, e a Stephanie Faralli posando para uma sessão de fotografias. É uma das canções mais tranquilas do meu blog escritas.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Atrás das Cenas: "Hope"
A letra é a seguinte, depois eu conto a história.
"Hope climbs atop of the piano
reaching out
towards the warmth of the sun
some man tries to ask her down
well now maybe
that's where she belongs
my god she said
i'm a sunflower that wants
my god he said
this woman is gone
into the dark
is there anybody there?
my god she said (4x)
he climbed up top to find that she was
slipping
let her go, let her go, let me go
how long must they leave before they're
winning?
they don't know, they don't know, they just don't know
my god she said
i'm a sunflower that wants
my god he said
this woman is gone
into the dark
is there anybody there?
my god she said (5x)
you can't be there
i know it's best that
nothing is denied
you can't be there
i know it's best that
everyone changes
sides
into the dark
is there anybody there?
into the light
is there anybody there?
into the dark
is there anybody there? no
into the light, to the light, to the light
my god she said (4x)
my god (4x)
if she can't be there
i know it's best that
nothing is denied
if she can't be there
i know it's best that
everyone changes
sides"
A história começa da seguinte maneira: Uma garota adulta (interpretado por Stella Zotis) foi atropelada e não se lembra mais do que aconteceu no dia 10 de dezembro de 1994, em Los Angeles. Então, o herói, Danny Fincher, vem ajudá-la, entregando-lhe um girassol no hospital.
Na segunda situação, dois casais (interpretados por Amanda Baldacone, Guilherme Santos, Beatriz Melo e Rafael Chow, respectivamente) vão à praia e se beijam o tempo todo até o fim.
O vídeo será feito em um sótão destruído, onde os carros não podem passar, mas tem diversos efeitos especiais e muitas reviravoltas.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
"Hope climbs atop of the piano
reaching out
towards the warmth of the sun
some man tries to ask her down
well now maybe
that's where she belongs
my god she said
i'm a sunflower that wants
my god he said
this woman is gone
into the dark
is there anybody there?
my god she said (4x)
he climbed up top to find that she was
slipping
let her go, let her go, let me go
how long must they leave before they're
winning?
they don't know, they don't know, they just don't know
my god she said
i'm a sunflower that wants
my god he said
this woman is gone
into the dark
is there anybody there?
my god she said (5x)
you can't be there
i know it's best that
nothing is denied
you can't be there
i know it's best that
everyone changes
sides
into the dark
is there anybody there?
into the light
is there anybody there?
into the dark
is there anybody there? no
into the light, to the light, to the light
my god she said (4x)
my god (4x)
if she can't be there
i know it's best that
nothing is denied
if she can't be there
i know it's best that
everyone changes
sides"
A história começa da seguinte maneira: Uma garota adulta (interpretado por Stella Zotis) foi atropelada e não se lembra mais do que aconteceu no dia 10 de dezembro de 1994, em Los Angeles. Então, o herói, Danny Fincher, vem ajudá-la, entregando-lhe um girassol no hospital.
Na segunda situação, dois casais (interpretados por Amanda Baldacone, Guilherme Santos, Beatriz Melo e Rafael Chow, respectivamente) vão à praia e se beijam o tempo todo até o fim.
O vídeo será feito em um sótão destruído, onde os carros não podem passar, mas tem diversos efeitos especiais e muitas reviravoltas.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Atrás Das Cenas: "Love Is All Around"
I feel it in my fingers
I feel it in my toes
The love that's all around me
And so the feeling grows
A letra é a seguinte, depois eu conto a história:
"It's written on the wind
It's everywhere I go
So if you really love me
Come on and let it show
You know I love you, I always will
My mind's made up by the way that I feel
There's no beginning, there'll be no end
'Cause on my love you can depend
I see your face before me
As I lay on my bed
I cannot get to thinking
Of all the things you said
You gave your promise to me and I gave mine to you
I need someone beside me in everything I do
You know I love you, I always will
My mind's made up by the way that I feel
There's no beginning, there'll be no end
'Cause on my love you can depend
I got to keep it moving
It's written in the wind
Oh everywhere I go
So if you really love me
Come on and let it show
Come on and let it,
Come on and let it
Come on and let it,
Come on and let it show."
A história começa da seguinte maneira: Se refere a uma cena, em que em 2 de setembro de 1995, morre de suicidio, o suposto vocalista da banda grunge Debut Chronicles, Danny Fincher, que só tinha 25 anos.
A cena começa comigo, indo para um motel. De repente, entra um casal, no quarto 204 do motel, Gabriel Fajardo e Carolina Kremer, e fica na cama por muito tempo, assistindo TV, enquanto se beijam.
Depois, no meu quarto, entram os meus pais, sempre se beijando na cama, sem dar a mínima para mim, tocando violão. Como eu achei má ideia, eu tive que ir de carro para o meu estúdio, que fica no meio de um suburbio em Nova York.
Enquanto eu estava tocando o violão no estúdio, a turma do 1A (Amanda, Ana Flávia, André, Beatriz, Caio, Clara, Elena, Gabriel, Gabriela, Gisella, Guilherme S., Guilherme F., Laura, Luiza, Marcos F., Marcos R., Marcos P., Mariana, Nicholas, Rafael, Rebecca, Stephanie e Vitória) assistiram o que eu estava fazendo, e pedi para que eles entrassem. No meio da música, houve uma pausa, e perguntei se queriam cantar junto comigo, e eles aceitaram cantar até o fim da música.
Eu gosto dessa canção, por isso eu considero "o Hino do Amor".
Espero que goste.
Beijos da MESR.
I feel it in my toes
The love that's all around me
And so the feeling grows
A letra é a seguinte, depois eu conto a história:
"It's written on the wind
It's everywhere I go
So if you really love me
Come on and let it show
You know I love you, I always will
My mind's made up by the way that I feel
There's no beginning, there'll be no end
'Cause on my love you can depend
I see your face before me
As I lay on my bed
I cannot get to thinking
Of all the things you said
You gave your promise to me and I gave mine to you
I need someone beside me in everything I do
You know I love you, I always will
My mind's made up by the way that I feel
There's no beginning, there'll be no end
'Cause on my love you can depend
I got to keep it moving
It's written in the wind
Oh everywhere I go
So if you really love me
Come on and let it show
Come on and let it,
Come on and let it
Come on and let it,
Come on and let it show."
A história começa da seguinte maneira: Se refere a uma cena, em que em 2 de setembro de 1995, morre de suicidio, o suposto vocalista da banda grunge Debut Chronicles, Danny Fincher, que só tinha 25 anos.
A cena começa comigo, indo para um motel. De repente, entra um casal, no quarto 204 do motel, Gabriel Fajardo e Carolina Kremer, e fica na cama por muito tempo, assistindo TV, enquanto se beijam.
Depois, no meu quarto, entram os meus pais, sempre se beijando na cama, sem dar a mínima para mim, tocando violão. Como eu achei má ideia, eu tive que ir de carro para o meu estúdio, que fica no meio de um suburbio em Nova York.
Enquanto eu estava tocando o violão no estúdio, a turma do 1A (Amanda, Ana Flávia, André, Beatriz, Caio, Clara, Elena, Gabriel, Gabriela, Gisella, Guilherme S., Guilherme F., Laura, Luiza, Marcos F., Marcos R., Marcos P., Mariana, Nicholas, Rafael, Rebecca, Stephanie e Vitória) assistiram o que eu estava fazendo, e pedi para que eles entrassem. No meio da música, houve uma pausa, e perguntei se queriam cantar junto comigo, e eles aceitaram cantar até o fim da música.
Eu gosto dessa canção, por isso eu considero "o Hino do Amor".
Espero que goste.
Beijos da MESR.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Atrás das Cenas: "Mote"
"Mote" está no meu próximo CD (como faixa bônus), "Days Of Our Lives", prevista para 15 de fevereiro do ano que vem. Depois eu conto a história.
"When you see the spiral turning through alone
and you feel so heavy that you just can't stop it
when this sea of madness turns you into stone
picture of your life shoots like a rocket
all the time
put 'me' in the equation it's alright
I've seen you moving in and out of sight
my friends tell me it's all cut through you (?)
from nowhere - to nowhere
cut together - cutting through
I'm island-bound, a mote inside my eye
I can't see you breathing as before
I am airless - a vacuum child
I can't stand to reason at your door
in this time
put 'me' in the equation it's alright
I've seen you moving in and out of sight
my friends tell me it's all cut through you (?)
from nowhere - to nowhere
come together
I'm down in the daytime out of sight
comin' in from dreamland I'm on fire
I can see it's all been here before
dream a dream that lies right at your door
when the seasons circle sideways out of turn
and words don't speak just fall across the carpet
you're just in time to watch the fires burn
it seems a crime but yr. face is bright you love it
all the time..."
A história é contada da seguinte maneira: Laura Seabra interpreta uma supermodelo que vai a praia numa sessão de fotos, mas acaba não acontecendo essa sessão, porque ocorre um acidente de avião no meio do penhasco, acarretando a morte de um paraquedista (adulto, com certeza), mas não quero contar dos detalhes, por causa dos meus pais falarem que eu não escrevera sobre violência e morte nas minhas canções.
Depois, na segunda cena, Stephanie Faralli e Guilherme Mattioli interpretam o casal que gosta de fazer romance. Eles vão a praia e nadam juntos até as margens, e finalmente se beijam.
E por fim, eu recolhia a Laura no meu carro e fomos juntas até a casa para fazer a sessão de fotos acontecer. Na minha opinião, ela é muito linda e sensual ao mesmo tempo.
A música é legal, porque tem diversas viradas de bateria e riffs de guitarra para dar um bom ritmo, além do instrumental no final,o que faz a música ficar mais longa.
E é só.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
"When you see the spiral turning through alone
and you feel so heavy that you just can't stop it
when this sea of madness turns you into stone
picture of your life shoots like a rocket
all the time
put 'me' in the equation it's alright
I've seen you moving in and out of sight
my friends tell me it's all cut through you (?)
from nowhere - to nowhere
cut together - cutting through
I'm island-bound, a mote inside my eye
I can't see you breathing as before
I am airless - a vacuum child
I can't stand to reason at your door
in this time
put 'me' in the equation it's alright
I've seen you moving in and out of sight
my friends tell me it's all cut through you (?)
from nowhere - to nowhere
come together
I'm down in the daytime out of sight
comin' in from dreamland I'm on fire
I can see it's all been here before
dream a dream that lies right at your door
when the seasons circle sideways out of turn
and words don't speak just fall across the carpet
you're just in time to watch the fires burn
it seems a crime but yr. face is bright you love it
all the time..."
A história é contada da seguinte maneira: Laura Seabra interpreta uma supermodelo que vai a praia numa sessão de fotos, mas acaba não acontecendo essa sessão, porque ocorre um acidente de avião no meio do penhasco, acarretando a morte de um paraquedista (adulto, com certeza), mas não quero contar dos detalhes, por causa dos meus pais falarem que eu não escrevera sobre violência e morte nas minhas canções.
Depois, na segunda cena, Stephanie Faralli e Guilherme Mattioli interpretam o casal que gosta de fazer romance. Eles vão a praia e nadam juntos até as margens, e finalmente se beijam.
E por fim, eu recolhia a Laura no meu carro e fomos juntas até a casa para fazer a sessão de fotos acontecer. Na minha opinião, ela é muito linda e sensual ao mesmo tempo.
A música é legal, porque tem diversas viradas de bateria e riffs de guitarra para dar um bom ritmo, além do instrumental no final,o que faz a música ficar mais longa.
E é só.
Espero que gostem.
Beijos da MESR.
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